quarta-feira, 24 de março de 2010

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Do you believe that love can last forever?

Do you feel when I cry because I miss you?

Do you know that I would die for you?

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Do you know what its like to breathe and have no air?

Do you know what its like to walk and not knowing?

Do you know what is like to not have blood in the veins?

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When time elapses memories and when the flesh turns to ashes, even then…

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Why do I love you still?

Why do I keep this insanity living in my soul?

Why I am what I am and keep being what I am?

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My body may belong to someone, but my soul will always be yours…

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And I try not to,

I try to break free and live a jolly life…

I try everything…

but everything is not enough…

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I will never stop loving you, not even the day I die…

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terça-feira, 16 de março de 2010

Poppy Flower


A beleza das pessoas não se vê pela altura, cumprimento, largura, cor, textura, sabor, cheiro, não se vê pela perfeição das formas, pela estrutura…

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A beleza das pessoas vê-se de olhos fechados, de braços abertos e peito rasgado.

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A perfeição de ser belo, a conquista de ser belo, a grandeza de ser grande e o desejo de ser eterno.

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Amar ou a tentativa de ser um amor perfeito…

Largar, libertar, deixar, abrir, soltar… existir!
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Nem que passem mil décadas, ventos, tornados, tempestades, pessoas, vidas, planetas, universos, infinitos… sou e serei, eternamente… tua.

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Forever,

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Poppy flower


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domingo, 14 de março de 2010

"L'amour est un oiseau rebelle"

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Onde andas que não te vejo,



Onde andas que não te pressinto…



Morres-te antes de nasceres de mim?



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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Hoje fico aqui.

Há muito tempo que não escrevo.

Limito-me a transcrever umas coisas dum passado longínquo que já não me sabe a doce fel, ou mel…

Tenho saudades de quando publicava com a alma escancarada qual soalheira janela ao Sol de uma Primavera eterna.

Tenho saudades de escrever num caderno comprimido por entre folhas de cálculos complicados, entre estações e apeadeiros.

Faz-me falta andar de comboio. Tenho saudades de andar de comboio. De sentir o cheiro a queimado dos travões intercalado com o profundo e intenso cheiro a campo, a terra, a flores e gentes gastas e outras jovens sonhadoras e outras… simplesmente gentes, com quem me cruzaria num verdejante prado banhado de flores e sombras onde lhes adivinho as azedas que levam aos molhos na mão.

Tenho uma saudade imensa qual oceano, das papoilas vermelhas, dos grilos pescados e cruelmente enjaulados. Saudades… que inocência cristalina…dos passeios de carro pelo campo, com a cabeça de fora, tipo cão! Das conversas sobre nadas e moralismos tão puros e tão verdadeiros…dos miradouros onde lanchava, das flores que provava, dos pássaros que por ali sim, voavam em pleno abismo rochoso…as saudades de nada temer, de nada recear a não ser os sapatos e a saia muito suja…as horas, essas não eram de minha responsabilidade, nem tão pouco sabia a casualidade do jantar, só lhe adivinhava o cheiro quando o sol se punha e a barriga refilava rabugenta…

Oh que saudades de mim, que eu tenho de mim, de ti, de nós, de não nós após…

Sei que não falta muito para ires e já agora tenho uma saudade doente de ti. Saudade de te ver velhinho e cansado, enrugado e gasto, como as mantas que deixas adormecer sobre as pernas, do calor das tuas mãos, que ainda hoje me parecem enormes, e muito ásperas; dos contos mirabolantes de uma vida trabalhada e acima de tudo muito sorrida, porque essa sempre foi a tua dádiva, muito mais sorrida que sofrida.

Quando te fores porém, eu sei que vais no teu tempo e com a tua serenidade e tranquilidade. Vais porque tens de ir, e eu ficarei por aqui, entre lágrimas de saudades e sorrisos de vontades.

Agora, simplesmente fico aqui, a ver-te partir, devagarinho.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Sing with me

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We get some rules to follow
That and this
These and those
No one knows

We get these pills to swallow
How they stick
In your throat
Tastes like gold

Oh, what you do to me
No one knows

And I realize you
’re mine

Indeed a fool of mine
And I realize you
’re mine

Indeed a fool of mine
Ahh

I journey through the desert
Of the mind
With no hope
I found low

I drift along the ocean
Dead lifeboats in the sun
And come undone

Pleasantly caving in
I come undone

And I realize you
’re mine

Indeed a fool of mine
And I realize you
’re mine

Indeed a fool and mine
Ahhh

Heaven smiles above me
What a gift there below
But no one knows

A gift that you give to me
No one knows

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Swimming II

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Swimming

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“Convencemo-nos de tal forma da mentira que passamos a viver numa realidade só nossa.”

Não somos donos da própria consciência.
Por mais desconfortante que seja a ideia, até esta pertence a um prisma.


São de cinzas rubras e pó doente as palavras que vos escrevo numa singularidade oprimida de brincar às escondidas dentro de pequenos corpos feitos de átomos e borrachas adicionadas.

Conforme me expando, conforme me solto, destas amarradas apertadas mais me olvida a reminiscência da crueldade, ou se preferirem e se vos for mais aprazível à leitura – da bondade.


And today I cannot smile to uselessness of all I have written.
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Infere-me o absurdo da realidade e acaricia-me os gestos (da mentira).

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Infere-me o absurdo da realidade e acaricia-me os gestos (da mentira).

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Ínsulas…

pequenos bancos de areia…

meios caminhos para o impossível.

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Ínsulas…

planetas inteiros radiados de luas celestes…

isolamentos lácteos que delimitam a derme suave.

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Vias lácteas isoladas

condensadas

comprimidas

inexprimíveis

na palma da mão…

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Pois que d’ouro é o silêncio,

a eloquência dos loucos.

Do avesso é a expressão da harmonia,

o meu fado

inexpressivo, almofadado e silenciado…

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(Que me perdoem os eloquentes, mas na minha mente a eloquência não faz sentido, é amorfa a multidão de gentes que reside observatória de uma ânsia impossível.)

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Não me dês a Lua, nem o Sol,

nem a Terra, nem o mundo,

prefiro um banco de areia…

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Ínsulas, funestas e amorfas,

o absurdo da loucura,

do avesso.

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O caos.

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010




Porquê, este passo apressado se o tempo está do meu lado?



Uma fuga contemporânea é uma conclusão precipitada, ou quiçá deveras acertada…


O certo, o certo é que por mais voltas que dê à questão dou por mim no ponto de partida, porém uns degraus mais acima.


Parece-me uma ascensão espiral onde o zéfiro actua a meu favor.



Na conotação está o encanto do que se poderia considerar de espanto.



O PARADOXO.




Como poderia haver a possibilidade de fuga se me deleito e dedico inconscientemente, na vivencia onírica latente?




Fico feliz por não pensar, e sim intuir.




Pondero a possibilidade da meditação permanente, deixando de ser latente… aí o passo já não era apressado, era simplesmente parado.


Aliás, para que serve o passo se no encalço nada trespasso?



Ou melhor, de que sirvo eu, aqui?

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Pois… dou por mim assim, a sorrir.

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